Países que oferecem permissão de trabalho para brasileiros

Países que oferecem permissão de trabalho para brasileiros

Países que oferecem permissão de trabalho para brasileiros

Muitos brasileiros tem o desejo de morar no exterior para trabalhar e estudar, para iniciar uma carreira, ou até mesmo para mudar de vida.

A boa notícia é que é possível conseguir trabalhos permanentes lá fora, até mesmo em áreas de trabalho concorridas, ou então, trabalhos temporários para garantir um dinheiro extra e continuar viajando.

Para quem faz intercâmbio, a opção de trabalhar durante o período de estudo é muito atraente.

Além de ser uma ótima maneira de praticar o idioma, o trabalho também pode incrementar o currículo e ajudar nas economias durante esse tempo.

Mas não são todos os países que permitem essa prática e conhecer bem as leis dos países que você pretende visitar, é parte fundamental no planejamento de viagem.

Para ajudar, listamos abaixo 5 países que oferecem permissão de trabalho para brasileiros.

Austrália

Australia

A Austrália é um dos países mais conhecidos por abrigar intercambistas para estudo e trabalho. Mas, para conseguir a contratação, o estudante deverá estar matriculado em um curso com duração mínima de 14 semanas, além de solicitar a permissão de trabalho no momento de aprovação do visto. Outros passos importantes são preencher formulário, apresentar passaporte válido, realizar o pagamento de taxa, fazer exames médicos e apresentar comprovante escolar, extratos bancários e holerites que comprove renda entre R$2.500 e R$3.000 para cada mês que pretende ficar no país.

Com tudo isso aprovado, o intercambista poderá trabalhar 20 horas semanais durante as aulas e 40 horas semanais no período de férias.

É possível trabalhar de forma legal permanentemente no país, para aqueles que desejam imigrar para lá. O site do governo australiano dá instruções sobre o assunto. Nesse portal, é possível ver quais áreas oferecem mais oportunidades de trabalho, quais conhecimentos são desejados pelo governo e até quais os direitos de um trabalhador no país.

Se você trabalha em uma área em demanda ou uma área que exige certas habilidades é possível conseguir um emprego em sua área na Austrália através de um sponsorship. Para trabalhar, é preciso obter o visto 457, que demanda tempo e a vaga garantida já por uma empresa australiana.

Para conseguir um trabalho que irá prover o 457 (Visto de trabalho) é preciso ter um excelente nível de inglês, experiência na área de atuação do candidato e habilidades reconhecidas pelos órgãos competentes que validam a  profissão no país.


Estados Unidos

EUA

Embora seja relativamente difícil de conseguir visto, o país oferece possibilidades para os brasileiros.

Um dos vistos mais conhecidos é o J-1, para intercambistas. Esse é o visto usado por quem faz os programas work and travel, em que o viajante trabalha por um período e depois viaja pelo país. Esse também é o visto que deve ser solicitado por estudantes de pós graduação e especialização, para programas de emprego de verão, estágios universitários e programas de au pair.

Outra opção é o visto H-1B. Pode ser pedido por profissionais com bacharelado e que tenham uma proposta para trabalhar temporariamente em uma empresa americana, em cargo que exija o diploma. O processo é burocrático: a Embaixada norte-americana recomenda que o pedido do visto seja feito pelo menos 120 dias antes da data prevista de trabalho.

Irlanda

Irlanda

A Irlanda é outro país conhecido por permitir que estrangeiros exerçam atividades remuneradas enquanto estudam. O país permite a combinação de estudos, trabalho temporário e viagens. Além de ser uma das opções de intercâmbio mais baratas na Europa.

Para ser autorizado a trabalhar durante o intercâmbio, é preciso ter o passaporte válido, seguro-viagem e passagens de ida e volta, além de comprovar que tem pelo menos 3.000 euros na conta e estar matriculado em um curso de, no mínimo, 25 semanas. Depois de tudo comprovado, o intercambista pode trabalhar até 20 horas semanais durante o período de aulas e em tempo integral durante o período de férias.

Mais informações sobre os vistos para a Irlanda no site: Ireland.com.

Canadá

Canada

É o país mais restritivo, permitindo o trabalho de estrangeiros apenas no sistema de estágio, ou seja, precisa estar matriculado em uma universidade Canadense, para graduação ou pós. Com o programa de estudo e trabalho permitido no país, o intercambista pode, durante seis meses, viver a experiência de estudante e profissional. O estágio pode ou não ser remunerado, com a intenção praticar o idioma. A carga horária permitida é de 20 horas semanais durante o período de aulas e 40 horas semanais durante as férias. Tudo isso deve ser regularizado junto à embaixada para concessão de visto.

Nova Zelândia

NovaZelandia

Desde janeiro de 2014, intercambistas estrangeiros tem permissão para trabalhar temporariamente na Nova Zelândia, desde que estejam fazendo cursos com duração maior que 14 semanas.

As empresas neozelandesas contratam estudantes estrangeiros, porém será necessário cumprir uma lista de exigências extensa. Além de estar matriculado em um curso com duração a partir de 14 semanas em uma escola reconhecida pelo governo, o valor do curso deve estar integralmente pago. É preciso também de uma garantia de acomodação, passagens aéreas de ida e volta, alguns exames médicos e comprovação de renda no valor de R$2.500 a R$3.000 para cada mês de permanência no país.

Vale dizer também que a Nova Zelândia fornece uma cota anual limitada de vistos do tipo Working Holiday, que permite permanecer e trabalhar por um ano no país. Mais detalhes no site oficial.

Além desses países, os países do Mercosul também permitem que brasileiros trabalhem enquanto estudam, ou sigam carreiras nas suas áreas de atuação enquanto residem por lá.

O Mercosul caracteriza-se pelo regionalismo aberto, ou seja, tem por objetivo não só o aumento do comércio intrazona, mas também o estímulo ao intercâmbio com outros parceiros. Os membros  são: Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname.

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